
A Força Nacional de Segurança Pública vai ficar por mais 60 dias, prorrogáveis, no Pará, em Mato Grosso e na Bahia. O objetivo é garantir a segurança que está ameaçada por conflitos indígenas nos três Estados.
A portaria autorizando a permanência de tropas nos Estados é assinada pelo ministro da Justiça, Eduardo Cardozo. No Pará, os conflitos são registrados entre indígenas e não indígenas, principalmente da etnia Xikrin do Catete, vizinhos da mineradora Vale. Os índios reclamam que tiveram suas terras invadidas por madeireiros.
Na Bahia, há uma série de conflitos e um dos que mais preocupa é o daReserva Indígena Caramuru/Catarina/Paraguaçu, no sul do Estado, que abriga 54 mil hectares da etnia Pataxó Hã Hã Hãe. No sul de Mato Grosso, indígenas da Aldeia Arroio Corá, em Paranhos (MS), vivem em conflito com os fazendeiros da região.
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